Bom, hoje eu não vim postar nenhum conto. Não postei semana passada porque meus contos prontos estão acabando e eu estou com um bloqueio criativo, mas se Deus e meu muso (porque eu não tenho uma musa, desculpa, sociedade... Rsss!) quiserem, eu logo voltarei a escrever.
Eu estou aqui hoje para divulgar um sorteio de um livro muito interessante que será feito por um blog que eu sigo aqui mesmo no Blogspot. O nome do livro é "Jogos Criminais II". Ele é uma *antologia de contos policiais. Eu tenho o "Jogos Criminais I" e posso dizer com conhecimento de causa que vocês não vão se arrepender de participar do sorteio. Para participar é só clicar no link abaixo e seguir as instruções contidas nele. Boa sorte para todos e até a semana que vem!
Link: http://osoldadebby.blogspot.com.br/2012/05/sorteio-jogos-criminais-ii.html
*Significado de antologia (caso alguém aqui não saiba): http://pt.wikipedia.org/wiki/Antologia
Esse é um cantinho que eu criei para publicar contos escritos por mim. Eles poderão ser de qualquer tipo e ter qualquer tamanho, talvez até sejam divididos em partes. Tudo depende da minha imaginação. A única coisa que eu peço a quem ler é que deixe um comentário para eu saber se estou me saindo bem. Todos os personagens dos contos serão criações minhas.
quarta-feira, 16 de maio de 2012
sábado, 5 de maio de 2012
O Pai Perfeito - Parte 2
Bem, desculpem por não ter atualizado o blog ontem! Esqueci de novo! >.<
Prometo que isso não acontecerá de novo!
Agora, sem mais delongas, o fim do conto da semana passada!
Prometo que isso não acontecerá de novo!
Agora, sem mais delongas, o fim do conto da semana passada!
O Pai Perfeito - Parte 2
O grito de Lígia
assustou Bruno, que se virou. Ao ver a mulher ele falou enquanto se
levantava:
-LÍGIA! O que você
está fazendo aqui?
-Isso não importa
agora! Eu vou pegar a minha filha e vou embora daqui!
Lígia foi em
direção a filha e a abraçou. Assustada a pequenina falou entre
lágrimas:
-Eu não quero mais
brincar disso, mamãe! Dói muito!
-Você nunca mais
vai ter que brincar disso com seu pai, filha! Nunca mais! Eu
prometo!-respondeu a mãe também chorando.
Lígia vestiu a
filha e saiu da barraca com ela seguida por Bruno que, perturbado,
falou:
-Você não pode
tirar ela de mim! Ela é minha filha também!
-Depois do que você
acabou de fazer nenhum juiz vai deixar você ficar com ela!-retrucou
Lígia.
-Que se dane o juiz!
Ela é minha! E já é minha a muito tempo para um juiz idiota tirar
ela de minha!
-Como assim? Essa
não é a primeira vez que você abusa dela?
-O que você chama
de abuso, eu chamo de amor! E o nosso começou a 2 anos!-respondeu
Bruno.
-Você molesta a
nossa filha a 2 anos? SEU DESGRAÇADO, COMO VOCÊ PÔDE!- berrou uma
furiosa Lígia.
-Você não entende?
Ela estava flertando comigo!
-SEU DOENTE! Ela só
tem 8 anos! Nem sabe o que é flertar!- gritou Lígia, furiosa.
-Mamãe, me leva pra
casa, por favor!-implorou Gabriella aos prantos.
-Tudo bem, filha,
nós vamos embora agora.- disse Lígia.
-Ah, mas não vai
não! ELA É MINHA!!
Assim que terminou
de gritar Bruno foi pra cima de Gabriella possuído por um ódio que
ninguém jamais tinha visto. Lígia se colocou na frente da filha
para tentar protegê-la, mas Bruno lhe deu um soco que a fez cair
longe. Gabriella correu até a mãe, enquanto Bruno ia atrás dela.
Quando viu o marido ir atrás da filha Lígia ficou desesperada e
gritou:
-FOGE, FILHA, FOGE!
Gabriella correu
seguida pelo pai. Lígia conseguiu se levantar e foi atrás dos dois.
A menina entrou mato adentro e Bruno estava logo atrás dela.
Tentando fazê-la parar ele gritou:
-Para, filha! Não
foge do papai! Eu não vou te machucar!
Mas a menina não
parou. Ela estava apavorada demais para parar, então ele aproveitou
que havia conseguido se aproximar um pouco dela e pulou em cima da
garotinha derrubando-a no chão. Ele a virou de frente pra ele e a
segurou pelos braços, enquanto falava:
-Você é minha! Não
vou deixar ela tirar você de mim!
-Por favor, papai,
me deixar ficar com a mamãe!-implorou Gabriella.
-DE JEITO NENHUM!-
gritou Bruno.
De repente Lígia
apareceu atrás de Bruno com uma pedra grande nãos mãos. Tomada
pelo desespero ela acertou a pedra na cabeça dele, que desmaiou.
Logo em seguida ela carregou a filha e a levou para seu carro e lá
dentro chamou a polícia. Bruno foi preso e na penitenciária sofreu
na pele o que fez com sua filha, quando os outros detentos
descobriram porque ele foi preso. Lígia e Gabriella se mudaram do
Condomínio Felicidade e da cidade. Depois do pesadelo que viveram
Lígia resolveu levar a filha para bem longe de lá. Na nova cidade
elas se recuperaram do trauma e Lígia conheceu um novo amor, um
médico chamado Nick, com quem ela demorou pra se envolver, por medo
de viver um novo pesadelo. Mas o colega de trabalho mostrou que era
um bom homem e eles acabaram se casando. Após o casamento ele adotou
Gabriella e a nova família viveu feliz para sempre.
FIM
Espero que tenham gostado! Por favor, comentam para eu conhecer a opinião de vocês. Prometo responder a todos os comentários! Até a próxima sexta!
domingo, 29 de abril de 2012
O Pai Perfeito - Parte 1
Bem, peço desculpas por não ter atualizado o blog na sexta, eu simplesmente esqueci. Até me lembrei no dia, mas depois acabei esquecendo e só lembrei agora. prometo que isso não acontecerá mais. Hoje trago para vocês mais um conto em duas partes. Esse é inspirado em outro fato triste que infelizmente acontece. Espero que gostem.
O Pai Perfeito - Parte 1
Era uma vez uma
família muito feliz. Ela era formada pelos pais Bruno e Lígia e
pela filhinha de 8 anos, Gabriella. Eles moravam em uma casa no
Condomínio Felicidade e tudo era perfeito. Eles eram muito amigos de
seus vizinhos, que sempre diziam que Bruno era o pai perfeito porque
ele era muito carinhoso com sua filha. Um dia o casal estava na casa
de dois vizinhos, Davi e Marina, casal com poucos anos de casamento e
nenhum filho. A conversa transcorria animadamente, entre intervalos
em que eles comiam e bebiam:
-Vocês já viram o
novo filme do Tom Cruise?- perguntou Marina.
-Qual? Aquele em que
ele interpreta um pedófilo?- perguntou Lígia.
-Sim, esse mesmo!-
respondeu Marina.
-Não! Não vimos e
nem vamos ver!- respondeu Bruno.
-Porquê?-perguntou
Davi-Eu ouvi falar que é um bom filme!
-Porque é sobre
pedofilia! E eu não suporto pedofilia!-respondeu Bruno.
-Eu também não
faço a mínima questão de assistir esse filme!-completou Lígia.
-Realmente pedofilia
é horrível! Eu odeio pedófilos!- falou Marina.
-Eu
também!-concordou Bruno.
-Eu
também!-concordou Lígia.
-E eu também!-
concordou Davi.
-Não sei como
alguém pode fazer tamanha crueldade com uma criança! Isso me
revolta!-exclamou Bruno.
-Ai, gente, vamos
mudar de assunto, por favor!-exclamou Lígia.
-Deixa comigo que eu
já tenho outro assunto pra falarmos!-exclamou Marina- Nós vamos dar
um churrasco no sábado que vem. E vocês estão convidados, claro!
-Ah! É uma pena,
mas não vai dar!- falou Bruno.
-Por que não?-
perguntou Marina.
-Porque eu prometi
para a Gabi que a levaria pra acampar nesse sábado. Mas a Lígia vai
ficar, ela pode me representar. Você vai, querida?
-Vou sim, melhor do
que ficar sozinha em casa sem fazer nada.
-Mas porque você
não vai acampar também?- perguntou Marina.
-Porque fui eu que
prometi e a Lil odeia mato! E eu cumpro tudo que prometo para a minha
filhinha!-respondeu Bruno.
-Nossa, cara, você
é o pai perfeito!- falou Davi.
-Não exagera, Davi!
Eu só amo a minha menininha!- falou Bruno.
-Não seja modesto,
querido, você é o melhor pai do mundo para a nossa filha!
-Concordo
plenamente!- disse Marina.
-Eu não estou sendo
modesto, estou sendo sincero!
A conversa
prosseguiu animada por algumas horas. Depois Bruno e Lígia voltaram
para casa. A semana transcorreu tranquila. Bruno, que era um advogado
competente, cuidando de seus casos no tribunal, Lígia cuidando de
seus pacientes no hospital onde era pediatra, Gabriella estudando e
brincando como qualquer criança normal, ou era o que parecia ser,
pois Lígia notou algo estranho na filha e resolveu falar com ela,
por isso foi ao seu quarto:
-Posso entrar,
filha?
-Claro mamãe!-
respondeu a menina.
-Com você está se
sentindo, meu amor?-perguntou a mãe.
-Eu estou bem mamãe.
Porque você está perguntando?-respondeu a menina.
-É que eu estou
achando você meio tristinha. Está tudo bem mesmo?
-Está sim! Eu não
estou triste, mamãe! Só queria que você fosse acampar comigo e
papai amanhã.
-Ah, filha! Você
sabe que eu não gosto de mato! E além do mais vai ser só amanhã.
Domingo estaremos juntinhas de novo.
-Tudo bem, mamãe,
eu entendo. -respondeu a menina com uma profunda tristeza no olhar.
No dia seguinte pai
e filha foram para o acampamento. Eles se divertiram durante o dia,
correndo, pescando, brincando e à noite, já na barraca, Bruno
falou:
-Agora, gracinha,
nós vamos fazer aquela nossa brincadeira secreta.
-Ah, pai! Hoje não,
por favor!- implorou a menina.
-Hoje sim! Nós
viemos pra cá justamente para ficarmos sozinhos e podermos fazer
essa brincadeira, então nós vamos fazer!- respondeu um furioso
Bruno.
Bruno começou a
despir a filha bem devagar ao mesmo tempo que beijava seu corpo.
Gabriella, por sua vez, chorava de olhos fechados rezando para aquilo
acabar logo. Enquanto isso, Lígia chegava no acampamento. Depois que
a filha a olhou com tanta tristeza ela resolveu fazer uma surpresa
para a criança e sem avisar apareceu no acampamento. Ela se
aproximou da barraca e ouviu barulhos de beijos e gemidos. A essa
altura Bruno já havia se despido e estava deitado sobre a pequena
Gabriella. Desconfiada por causa dos barulhos Lígia entrou na
barraca em silêncio e ao ver a cena que seu marido forçava a filha
a protagonizar com ele, ela perdeu totalmente o controle e gritou:
-BRUNO, O QUE VOCÊ
ESTÁ FAZENDO COM A NOSSA FILHA???!!!
CONTINUA...
Enfim, espero que vocês tenham gostado. Comentem, deixei sua opinião, eu vou adorar ler e responder. Até a próxima semana com a parte final do conto!
domingo, 22 de abril de 2012
Terror Na Praia
Bem amigos, sei que estou há 2 semanas sem atualizar o blog e peço desculpas. Meu note pifou e teve que ser formatado, depois eu estava instalando os programas que tinha perdido e baixando os episódios novos dos meus seriados favoritos, então só pude postar hoje, mas voltarei a postar nas sextas-feiras como sempre. Esse é o meu
primeiro conto baseado em fatos reais. Ele é inspirado em uma
situação vivida por mim e minha sobrinha no dia 26 de Junho de 2010, mas
obviamente essa será uma versão exagerada do que realmente
aconteceu. Eu e minha sobrinha estamos bem, nada de mais aconteceu,
mas como foi um fato interessante eu resolvi transformá-lo em conto.
Os nomes das pessoas e dos lugares são fictícios. Espero que
gostem!
Terror Na Praia
Nina e sua sobrinha
Joana estavam com a família passando uma semana na casa de praia
deles que ficava localizada no povoado de Andorinha. Na casa não
havia computador, nem tão pouco internet e Joana, como qualquer
adolescente de 14 anos, era viciada em internet, mais precisamente em
Orkut. Ela não aguentava ficar muito tempo sem entrar em seu perfil
e a fonte de internet mais próxima da casa das garotas ficava à 2km
de lá, na Lan House da praça do povoado de Andorinha. Elas
decidiram ir à praça para Joana poder dar uma olhada em seu perfil.
Haviam 2 jeitos de chegar lá: pela praia e pela estrada. Elas
optaram pela estrada, pois além dela ter iluminação, pela praia
era mais cansativo. Já era quatro da tarde quando as duas saíram.
Enquanto andavam, elas conversavam:
-Bem, eu tenho 20
reais, então depois da Lan House, que tal tomarmos um sorvete?-
perguntou Joana.
-Ótimo! Mas eu
pago!-respondeu Nina.
-Tudo bem, você
paga. Mas pensando bem, será que ainda tem alguma sorveteria aberta
lá, tia? Afinal é baixa estação.
-É verdade! Eu não
tinha pensado nisso! Vamos ver quando chegarmos lá.-concluiu Nina.
As duas continuaram
caminhando até finalmente chegarem na praça de Andorinha. Quando
viram o local elas ficaram assustadas. A praça nem de longe lembrava
o lugar onde passaram as férias de verão. Tudo estava vazio, todas
as sorveterias estavam fechadas, algumas não existiam mais. Chocada
Joana comentou:
-Nossa! Está tudo
vazio! Parece uma cidade fantasma!
-Ou uma cidade do
Velho Oeste!-Concordou Nina-Parece que o nosso sorvete dançou.
-Pois é. Vamos para
a Lan House então.-falou Joana.
As duas seguiram
para a Lan House. Joana não lembrava mais onde ela ficava, pois
fazia alguns meses que não ia lá. Mas Nina se lembrava e guiou a
sobrinha até o local. Chegando lá, elas entraram, pagaram por meia
hora cada uma e sentaram em computadores diferentes. Por meia hora
elas navegaram na internet, de repente o computador de Joana foi
subitamente bloqueado antes que ela pudesse sair do seu perfil do
Orkut. Então ela olhou para Nina e falou:
-Tia, o computador
foi bloqueado antes de eu sair do Orkut. Acho que vou pagar mais meia
hora só pra poder sair do perfil.
-Faça isso mesmo, é
o único jeito de resolver isso. Mas não demore, já está ficando
tarde, são 5: 30. Logo vai escurecer.-aconselhou a tia.
Joana fez o que
disse e ao terminar pagou o tempo na internet com sua nota de 20
reais. Nina deu uma nota de 1 real e seu pagamento não causou
problema algum, mas Joana deu uma nota muito alta para a pequena Lan
House e o proprietário não tinha troco. Então mandou um
funcionário trocar a nota de 20 reais no mercadinho que ficava em
frente à Lan House, mas não deu certo. Diante disso ele mandou o
rapaz comprar um pacote de biscoito de 1 real no mercadinho. Enquanto
isso as garotas esperavam na porta do local preocupadas com o
horário:-
-Ai meu Deus, já
está escurecendo e esse rapaz não volta com esse troco!-exclamou
Nina.
-Nunca vi demorar
tanto pra conseguir um troco! Só aqui mesmo!-concordou Joana.
De repente Joana vê
algo familiar na praça e fala:
-Olha, tia, não é
o carro da tia Grace?
-É mesmo! É o
carro dela! E nós nem podemos pedir carona, porque ela já está
saindo e o garoto ainda não voltou com o seu troco!- respondeu Nina.
-Não acredito
nisso! Mas que droga! Perdemos uma carona por causa dessa demora de
conseguir o troco! Se não fosse um valor tão alto eu
desistia!-exclamou Joana, furiosa.
-É inacreditável
mesmo!- concordou Nina, também furiosa.
Alguns minutos
depois o rapaz voltou com o biscoito e o troco, que deu para o chefe.
Em seguida ele deu o dinheiro para Joana. Ela e Nina saíram do local
na mesma hora e foram em direção à estrada. Preocupadas, elas
continuaram conversando:
-Vamos rápido por
que já vai escurecer!- disse Nina.
-Meu Deus, meus pais
vão me matar!- exclamou Joana, preocupada.
-Calma! Nós vamos
chegar antes deles! Agora são 6 horas. Eles só chegam de viagem às
8 horas!-disse Nina.
Alguns minutos
depois elas estavam na estrada, apressadas e assustadas. Já havia
escurecido e o caminho estava deserto. Elas andavam rápido e às
vezes corriam. Enquanto andavam elas conversavam:
-Meu Deus, eu juro
que se nós chegarmos em casa em segurança eu nunca mais vou ao
povoado no fim da tarde!-exclamou Nina.
-Eu
também!-concordou Joana.
De repente elas
viram, a alguns metros de distância, um homem de mais ou menos 60
anos, barrigudo, parado na frente da porta de uma casa, sem camisa,
calado e muito sério. Ele não tirava os olhos das duas e isso as
perturbou. Elas andavam rapidamente lado a lado, olhando para o homem
com o canto dos olhos e conversando:
-Tia, esse cara não
para de olhar pra gente! Eu estou com medo!- falou Joana, assustada.
-Eu também! Não
podemos parar de andar rápido, pelo menos até estarmos bem longe
dele!-concordou Nina, também assustada.
Quando elas estavam
passando pelo homem, ele atravessou a estrada e parou na frente
delas, em silêncio.
Apavorada, Nina
falou:
-O senhor poderia
nos dar licensa, por favor?
O homem continuou em
silêncio. Então foi a vez de Joana falar:
-Moço, por favor,
deixa a gente passar!
Mas o homem
continuou na frente delas e em silêncio. Então elas tentaram passar
pelo lado dele, mas ele deu um passo para esse mesmo lado e voltou a
ficar diante delas. Por isso, Nina se aproximou do ouvido de Joana e
disse em voz baixa:
-Jo, quando eu
contar até 3 e disser "já" você vai passar correndo pelo
lado direito dele e eu pelo esquerdo e nós vamos continuar correndo
até nossa casa.
E após falar isso
ela começou a contagem ainda em voz baixa:
-1,2,3 e JÁ! CORRE,
JO!!!- gritou Nina, enquando corria.
As duas correram e o
homem foi atrás, mas poucos segundos depois ele agarrou o braço de
Joana, que caiu no chão e gritou:
-TIA! Socorro! Me
ajuda!
-JO!-gritou Nina,
desesperada.
De repente o homem
tirou uma faca do bolso e se preparava para enfiá-la em Joana,
quando
Nina pegou uma pedra
e jogou na cabeça dele enquanto gritava:
-TIRA AS MÃOS DA
MINHA SOBRINHA, SEU PSICOPATA!
Ele ficou tonto e
derrubou a faca. Nina foi ajudar Joana a se levantar, enquanto isso o
homem se levantou e foi pra cima de Nina. Então ele parou, com os
olhos fixos nas garotas. Em seguida, ele caiu no chão com um buraco
cheio de sangue na barriga. Joana havia pegado a faca que ele
derrubou no chão e enfiou em seu estômago. Diante das duas o homem
misterioso que tentou matá-las caiu morto e se esvaiu em sangue...
FIM
Enfim, espero que tenham gostado! Comentem! Eu quero saber a opinião de vocês! Até a próxima!
sexta-feira, 6 de abril de 2012
Ódio Acumulado
Esse
conto
que
vou
postar
hoje
eu
criei
inspirada
em
um
episódio
da
série
"CSI"
e
no
mestre
do
terror
Stephen
King. O assunto dele é algo que hoje em dia é bastante comum em qualquer escola: Bullying. Eu ia postar um conto sobre aniversário, já que hoje eu completo mais um ano de vida, mas acabei mão escrevendo ele e esse já estava pronto. Quem sabe na próxima semana, não é? Rsss! Espero que gostem!
Ódio Acumulado
Scotty
era
um
garoto
normal,
um
nerd,
como
são
chamados
os
garotos
muito
inteligentes
e
estudiosos.
Ele
fazia
seus
trabalhos
escolares
com
capricho
e
suas
notas
eram
as
mais
altas
da
sala.
Mas
ele
não
era
bom
em
tudo,
ele
era
péssimo
nos
esportes,
não
era
bonito,
era
muito
magro
e
baixo,
usava
óculos
fundo
de
garrafa,
aparelho
e
tinha
o
rosto
cheio
de
espinhas,
ou
seja,
era
realmente
um
nerd.
E
por
isso
sofria
com
a
perseguição
dos
colegas
desportistas,
que
sempre
arrumavam
um
apelido
para
ele
e
caçoavam
de
sua
aparência
física.
Ele
aguentava
tudo
calado,
até
que
um
dia...
Scotty estava
sentado em uma mesa do refeitório de sua escola e bebia um gole do
seu suco, quando Duncan, o capitão do time de futebol da escola,
apareceu:
-E aí,
quatro-olhos! Sanduíche apetitoso esse seu, hein? Quer saber, vou
pegar pra mim! Tô morrendo de fome e esqueci meu dinheiro em casa!
E dizendo isso
Duncan pegou o sanduíche de Scotty e saiu rindo com o lanche nas
mãos em direção à mesa de seus colegas jogadores. O nerd viu ele
sentar na mesa rindo e contando vantagem e em seguida jogar o
sanduíche no balde de lixo que estava perto da mesa deles. Scotty
sentiu o ódio que a meses sentia por aqueles jogadores aumentar
dentro dele. Por causa daqueles garotos ele estava com úlcera, mas
ia passar o resto do dia com fome porque Duncan resolveu roubar seu
sanduíche só pelo prazer de provocá-lo para depois jogar o
alimento no lixo. E por causa da úlcera ele não podia ficar sem
comer. A escola era um pesadelo para ele graças a Duncan e sua
turma. Toda manhã ele acordava e ficava imaginando o pesadelo que
teria que encarar naquele dia. Ele até sentia vontade de matar aula
algumas vezes, mas como um bom nerd não o fazia. Não tinha coragem,
pois gostava de estudar. Mas ele estava cansado e ia dar um basta na
situação. No dia seguinte o pesadelo ia acabar. Duncan e sua turma
pagariam por tudo.
Um dia depois Scotty
chegava na escola. Parado diante do portão ele pensou:
-É AGORA OU NUNCA!
Então
ele
entrou
no
colégio
e
caminhou
pelos
corredores
olhando
em
volta
em
busca
dos
jogadores
do
time
de
futebol
da
escola.
Alguns
minutos
depois
ele
os
encontrou
conversando
e
rindo
ao
lado
do
armário
de
Duncan.
Ele
tirou
uma
das
alças
de
sua
mochila
e
a
colocou
ao
lado
de
seu
corpo,
abriu
um
pouco
o
zíper
dela
e
colocou
sua
mão
lá
dentro.
Então
se
aproximou
de
Duncan
por
trás.
Um
dos
jogadores
o
viu
e
falou:
-Duncan, o nanico
está bem atrás de você!
-Olá, esquelético!
O que você está segurando dentro da mochila?- perguntou Duncan
sarcasticamente enquanto virava de frente para Scotty.
-Oi,
Duncan.-
respondeu
um
sorridente
e
sombrio
Scotty.
Assim que terminou
de falar Scotty tirou a mão da mochila e com ela veio um junto uma
grande faca de prata, que ele enterrou no estômago de Duncan em
seguida. Gritos ecoaram na escola:
-Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh!!!!!!-
gritou Peter, um dos colegas de Duncan.
-MEUS
DEUS!-
gritou
Joe,
outro
colega
de
Duncan.
-NÃOOOOOOOOOO!!!!!!!!!-
Gritou
Brooke,
líder
de
torcida
do
time
de
futebol
da
escola
e
namorada
de
Duncan,
que
estava
se
aproximando
dele
quando
tudo
aconteceu.
Todos começaram a
correr seguidos por Scotty, que nesse momento tinha uma expressão
demoníaca no rosto. Ele alcançou Peter e enfiou a faca em suas
costas, fazendo ele cair. Então o nerd continuou a correria e entrou
no refeitório, onde encontrou Joe sentado no chão encolhido debaixo
de uma mesa. Ao ver Scotty e sua faca o garoto implorou enquanto
chorava:
-Por favor, Scotty,
não me mate!
-Ah! Agora você
sabe o meu nome? TARDE DEMAIS, JOE!- respondeu Scotty
sarcasticamente.
Depois de falar,
Scotty se debruçou sobre o garoto e o decaptou. O sangue jorrou em
seu rosto e a cabeça do menino rolou pelo chão. Pouco a pouco o
nerd matou todos os jogadores de futebol da escola e as líderes de
torcida. Então ele parou no meio de um dos corredores, ainda com a
faca na mão e a expressão demoníaca no rosto, com o corpo coberto
de sangue e diante dos colegas que sobreviveram, dos professores e
dos outros funcionários da escola começou a gargalhar
histericamente ao mesmo tempo em que gritava:
-CONSEGUI!!!
CONSEGUI!!! ME LIVREI DOS DESGRAÇADOS!!! AGORA PODEREI ESTUDAR EM
PAZ!!! AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAH!!!!
E esse acontecimento
ficou conhecido como "O Massacre da Escola East Hill" e
nunca foi esquecido...
Então? Gostaram? Odiaram? Acharam mais ou menos? Comente! Me deixe conhecer a sua opinião! Ficarei muito feliz se tiverem gostado e procurarei entender e melhorar caso vocês não tenham gostado! Até a próxima semana!
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