quarta-feira, 16 de maio de 2012

Sorteio do Livro "Jogos Criminais II"

Bom, hoje eu não vim postar nenhum conto. Não postei semana passada porque meus contos prontos estão acabando e eu estou com um bloqueio criativo, mas se Deus e meu muso (porque eu não tenho uma musa, desculpa, sociedade... Rsss!) quiserem, eu logo voltarei a escrever.

Eu estou aqui hoje para divulgar um sorteio de um livro muito interessante que será feito por um blog que eu sigo aqui mesmo no Blogspot. O nome do livro é "Jogos Criminais II". Ele é uma *antologia de contos policiais. Eu tenho o "Jogos Criminais I" e posso dizer com conhecimento de causa que vocês não vão se arrepender de participar do sorteio. Para participar é só clicar no link abaixo e seguir as instruções contidas nele. Boa sorte para todos e até a semana que vem!

Link:  http://osoldadebby.blogspot.com.br/2012/05/sorteio-jogos-criminais-ii.html

*Significado de antologia (caso alguém aqui não saiba): http://pt.wikipedia.org/wiki/Antologia


sábado, 5 de maio de 2012

O Pai Perfeito - Parte 2

Bem, desculpem por não ter atualizado o blog ontem! Esqueci de novo! >.<


Prometo que isso não acontecerá de novo!


Agora, sem mais delongas, o fim do conto da semana passada!




O Pai Perfeito - Parte 2

O grito de Lígia assustou Bruno, que se virou. Ao ver a mulher ele falou enquanto se levantava:

-LÍGIA! O que você está fazendo aqui?

-Isso não importa agora! Eu vou pegar a minha filha e vou embora daqui!

Lígia foi em direção a filha e a abraçou. Assustada a pequenina falou entre lágrimas:

-Eu não quero mais brincar disso, mamãe! Dói muito!

-Você nunca mais vai ter que brincar disso com seu pai, filha! Nunca mais! Eu prometo!-respondeu a mãe também chorando.

Lígia vestiu a filha e saiu da barraca com ela seguida por Bruno que, perturbado, falou:

-Você não pode tirar ela de mim! Ela é minha filha também!

-Depois do que você acabou de fazer nenhum juiz vai deixar você ficar com ela!-retrucou Lígia.

-Que se dane o juiz! Ela é minha! E já é minha a muito tempo para um juiz idiota tirar ela de minha!

-Como assim? Essa não é a primeira vez que você abusa dela?

-O que você chama de abuso, eu chamo de amor! E o nosso começou a 2 anos!-respondeu Bruno.

-Você molesta a nossa filha a 2 anos? SEU DESGRAÇADO, COMO VOCÊ PÔDE!- berrou uma furiosa Lígia.

-Você não entende? Ela estava flertando comigo!

-SEU DOENTE! Ela só tem 8 anos! Nem sabe o que é flertar!- gritou Lígia, furiosa.

-Mamãe, me leva pra casa, por favor!-implorou Gabriella aos prantos.

-Tudo bem, filha, nós vamos embora agora.- disse Lígia.

-Ah, mas não vai não! ELA É MINHA!!

Assim que terminou de gritar Bruno foi pra cima de Gabriella possuído por um ódio que ninguém jamais tinha visto. Lígia se colocou na frente da filha para tentar protegê-la, mas Bruno lhe deu um soco que a fez cair longe. Gabriella correu até a mãe, enquanto Bruno ia atrás dela. Quando viu o marido ir atrás da filha Lígia ficou desesperada e gritou:

-FOGE, FILHA, FOGE!

Gabriella correu seguida pelo pai. Lígia conseguiu se levantar e foi atrás dos dois. A menina entrou mato adentro e Bruno estava logo atrás dela. Tentando fazê-la parar ele gritou:
-Para, filha! Não foge do papai! Eu não vou te machucar!
Mas a menina não parou. Ela estava apavorada demais para parar, então ele aproveitou que havia conseguido se aproximar um pouco dela e pulou em cima da garotinha derrubando-a no chão. Ele a virou de frente pra ele e a segurou pelos braços, enquanto falava:
-Você é minha! Não vou deixar ela tirar você de mim!
-Por favor, papai, me deixar ficar com a mamãe!-implorou Gabriella.
-DE JEITO NENHUM!- gritou Bruno.
De repente Lígia apareceu atrás de Bruno com uma pedra grande nãos mãos. Tomada pelo desespero ela acertou a pedra na cabeça dele, que desmaiou. Logo em seguida ela carregou a filha e a levou para seu carro e lá dentro chamou a polícia. Bruno foi preso e na penitenciária sofreu na pele o que fez com sua filha, quando os outros detentos descobriram porque ele foi preso. Lígia e Gabriella se mudaram do Condomínio Felicidade e da cidade. Depois do pesadelo que viveram Lígia resolveu levar a filha para bem longe de lá. Na nova cidade elas se recuperaram do trauma e Lígia conheceu um novo amor, um médico chamado Nick, com quem ela demorou pra se envolver, por medo de viver um novo pesadelo. Mas o colega de trabalho mostrou que era um bom homem e eles acabaram se casando. Após o casamento ele adotou Gabriella e a nova família viveu feliz para sempre.
FIM
Espero que tenham gostado! Por favor, comentam para eu conhecer a opinião de vocês. Prometo responder a todos os comentários! Até a próxima sexta!

domingo, 29 de abril de 2012

O Pai Perfeito - Parte 1

Bem, peço desculpas por não ter atualizado o blog na sexta, eu simplesmente esqueci. Até me lembrei no dia, mas depois acabei esquecendo e só lembrei agora. prometo que isso não acontecerá mais. Hoje trago para vocês mais um conto em duas partes. Esse é inspirado em outro fato triste que infelizmente acontece. Espero que gostem.




O Pai Perfeito - Parte 1


Era uma vez uma família muito feliz. Ela era formada pelos pais Bruno e Lígia e pela filhinha de 8 anos, Gabriella. Eles moravam em uma casa no Condomínio Felicidade e tudo era perfeito. Eles eram muito amigos de seus vizinhos, que sempre diziam que Bruno era o pai perfeito porque ele era muito carinhoso com sua filha. Um dia o casal estava na casa de dois vizinhos, Davi e Marina, casal com poucos anos de casamento e nenhum filho. A conversa transcorria animadamente, entre intervalos em que eles comiam e bebiam:
-Vocês já viram o novo filme do Tom Cruise?- perguntou Marina.
-Qual? Aquele em que ele interpreta um pedófilo?- perguntou Lígia.
-Sim, esse mesmo!- respondeu Marina.
-Não! Não vimos e nem vamos ver!- respondeu Bruno.
-Porquê?-perguntou Davi-Eu ouvi falar que é um bom filme!
-Porque é sobre pedofilia! E eu não suporto pedofilia!-respondeu Bruno.
-Eu também não faço a mínima questão de assistir esse filme!-completou Lígia.
-Realmente pedofilia é horrível! Eu odeio pedófilos!- falou Marina.
-Eu também!-concordou Bruno.
-Eu também!-concordou Lígia.
-E eu também!- concordou Davi.
-Não sei como alguém pode fazer tamanha crueldade com uma criança! Isso me revolta!-exclamou Bruno.
-Ai, gente, vamos mudar de assunto, por favor!-exclamou Lígia.
-Deixa comigo que eu já tenho outro assunto pra falarmos!-exclamou Marina- Nós vamos dar um churrasco no sábado que vem. E vocês estão convidados, claro!
-Ah! É uma pena, mas não vai dar!- falou Bruno.
-Por que não?- perguntou Marina.
-Porque eu prometi para a Gabi que a levaria pra acampar nesse sábado. Mas a Lígia vai ficar, ela pode me representar. Você vai, querida?
-Vou sim, melhor do que ficar sozinha em casa sem fazer nada.

-Mas porque você não vai acampar também?- perguntou Marina.

-Porque fui eu que prometi e a Lil odeia mato! E eu cumpro tudo que prometo para a minha filhinha!-respondeu Bruno.

-Nossa, cara, você é o pai perfeito!- falou Davi.

-Não exagera, Davi! Eu só amo a minha menininha!- falou Bruno.

-Não seja modesto, querido, você é o melhor pai do mundo para a nossa filha!

-Concordo plenamente!- disse Marina.

-Eu não estou sendo modesto, estou sendo sincero!

A conversa prosseguiu animada por algumas horas. Depois Bruno e Lígia voltaram para casa. A semana transcorreu tranquila. Bruno, que era um advogado competente, cuidando de seus casos no tribunal, Lígia cuidando de seus pacientes no hospital onde era pediatra, Gabriella estudando e brincando como qualquer criança normal, ou era o que parecia ser, pois Lígia notou algo estranho na filha e resolveu falar com ela, por isso foi ao seu quarto:

-Posso entrar, filha?

-Claro mamãe!- respondeu a menina.

-Com você está se sentindo, meu amor?-perguntou a mãe.

-Eu estou bem mamãe. Porque você está perguntando?-respondeu a menina.

-É que eu estou achando você meio tristinha. Está tudo bem mesmo?

-Está sim! Eu não estou triste, mamãe! Só queria que você fosse acampar comigo e papai amanhã.

-Ah, filha! Você sabe que eu não gosto de mato! E além do mais vai ser só amanhã. Domingo estaremos juntinhas de novo.

-Tudo bem, mamãe, eu entendo. -respondeu a menina com uma profunda tristeza no olhar.

No dia seguinte pai e filha foram para o acampamento. Eles se divertiram durante o dia, correndo, pescando, brincando e à noite, já na barraca, Bruno falou:

-Agora, gracinha, nós vamos fazer aquela nossa brincadeira secreta.

-Ah, pai! Hoje não, por favor!- implorou a menina.

-Hoje sim! Nós viemos pra cá justamente para ficarmos sozinhos e podermos fazer essa brincadeira, então nós vamos fazer!- respondeu um furioso Bruno.

Bruno começou a despir a filha bem devagar ao mesmo tempo que beijava seu corpo. Gabriella, por sua vez, chorava de olhos fechados rezando para aquilo acabar logo. Enquanto isso, Lígia chegava no acampamento. Depois que a filha a olhou com tanta tristeza ela resolveu fazer uma surpresa para a criança e sem avisar apareceu no acampamento. Ela se aproximou da barraca e ouviu barulhos de beijos e gemidos. A essa altura Bruno já havia se despido e estava deitado sobre a pequena Gabriella. Desconfiada por causa dos barulhos Lígia entrou na barraca em silêncio e ao ver a cena que seu marido forçava a filha a protagonizar com ele, ela perdeu totalmente o controle e gritou:

-BRUNO, O QUE VOCÊ ESTÁ FAZENDO COM A NOSSA FILHA???!!!


CONTINUA...



Enfim, espero que vocês tenham gostado. Comentem, deixei sua opinião, eu vou adorar ler e responder. Até a próxima semana com a parte final do conto!

domingo, 22 de abril de 2012

Terror Na Praia


Bem amigos, sei que estou há 2 semanas sem atualizar o blog e peço desculpas. Meu note pifou e teve que ser formatado, depois eu estava instalando os programas que tinha perdido e baixando os episódios novos dos meus seriados favoritos, então só pude postar hoje, mas voltarei a postar nas sextas-feiras como sempre. Esse é o meu primeiro conto baseado em fatos reais. Ele é inspirado em uma situação vivida por mim e minha sobrinha no dia 26 de Junho de 2010, mas obviamente essa será uma versão exagerada do que realmente aconteceu. Eu e minha sobrinha estamos bem, nada de mais aconteceu, mas como foi um fato interessante eu resolvi transformá-lo em conto. Os nomes das pessoas e dos lugares são fictícios. Espero que gostem!


Terror Na Praia


Nina e sua sobrinha Joana estavam com a família passando uma semana na casa de praia deles que ficava localizada no povoado de Andorinha. Na casa não havia computador, nem tão pouco internet e Joana, como qualquer adolescente de 14 anos, era viciada em internet, mais precisamente em Orkut. Ela não aguentava ficar muito tempo sem entrar em seu perfil e a fonte de internet mais próxima da casa das garotas ficava à 2km de lá, na Lan House da praça do povoado de Andorinha. Elas decidiram ir à praça para Joana poder dar uma olhada em seu perfil. Haviam 2 jeitos de chegar lá: pela praia e pela estrada. Elas optaram pela estrada, pois além dela ter iluminação, pela praia era mais cansativo. Já era quatro da tarde quando as duas saíram. Enquanto andavam, elas conversavam:

-Bem, eu tenho 20 reais, então depois da Lan House, que tal tomarmos um sorvete?- perguntou Joana.

-Ótimo! Mas eu pago!-respondeu Nina.

-Tudo bem, você paga. Mas pensando bem, será que ainda tem alguma sorveteria aberta lá, tia? Afinal é baixa estação.

-É verdade! Eu não tinha pensado nisso! Vamos ver quando chegarmos lá.-concluiu Nina.

As duas continuaram caminhando até finalmente chegarem na praça de Andorinha. Quando viram o local elas ficaram assustadas. A praça nem de longe lembrava o lugar onde passaram as férias de verão. Tudo estava vazio, todas as sorveterias estavam fechadas, algumas não existiam mais. Chocada Joana comentou:

-Nossa! Está tudo vazio! Parece uma cidade fantasma!

-Ou uma cidade do Velho Oeste!-Concordou Nina-Parece que o nosso sorvete dançou.

-Pois é. Vamos para a Lan House então.-falou Joana.

As duas seguiram para a Lan House. Joana não lembrava mais onde ela ficava, pois fazia alguns meses que não ia lá. Mas Nina se lembrava e guiou a sobrinha até o local. Chegando lá, elas entraram, pagaram por meia hora cada uma e sentaram em computadores diferentes. Por meia hora elas navegaram na internet, de repente o computador de Joana foi subitamente bloqueado antes que ela pudesse sair do seu perfil do Orkut. Então ela olhou para Nina e falou:

-Tia, o computador foi bloqueado antes de eu sair do Orkut. Acho que vou pagar mais meia hora só pra poder sair do perfil.

-Faça isso mesmo, é o único jeito de resolver isso. Mas não demore, já está ficando tarde, são 5: 30. Logo vai escurecer.-aconselhou a tia.

Joana fez o que disse e ao terminar pagou o tempo na internet com sua nota de 20 reais. Nina deu uma nota de 1 real e seu pagamento não causou problema algum, mas Joana deu uma nota muito alta para a pequena Lan House e o proprietário não tinha troco. Então mandou um funcionário trocar a nota de 20 reais no mercadinho que ficava em frente à Lan House, mas não deu certo. Diante disso ele mandou o rapaz comprar um pacote de biscoito de 1 real no mercadinho. Enquanto isso as garotas esperavam na porta do local preocupadas com o horário:-

-Ai meu Deus, já está escurecendo e esse rapaz não volta com esse troco!-exclamou Nina.

-Nunca vi demorar tanto pra conseguir um troco! Só aqui mesmo!-concordou Joana.

De repente Joana vê algo familiar na praça e fala:

-Olha, tia, não é o carro da tia Grace?

-É mesmo! É o carro dela! E nós nem podemos pedir carona, porque ela já está saindo e o garoto ainda não voltou com o seu troco!- respondeu Nina.

-Não acredito nisso! Mas que droga! Perdemos uma carona por causa dessa demora de conseguir o troco! Se não fosse um valor tão alto eu desistia!-exclamou Joana, furiosa.

-É inacreditável mesmo!- concordou Nina, também furiosa.

Alguns minutos depois o rapaz voltou com o biscoito e o troco, que deu para o chefe. Em seguida ele deu o dinheiro para Joana. Ela e Nina saíram do local na mesma hora e foram em direção à estrada. Preocupadas, elas continuaram conversando:

-Vamos rápido por que já vai escurecer!- disse Nina.

-Meu Deus, meus pais vão me matar!- exclamou Joana, preocupada.

-Calma! Nós vamos chegar antes deles! Agora são 6 horas. Eles só chegam de viagem às 8 horas!-disse Nina.
Alguns minutos depois elas estavam na estrada, apressadas e assustadas. Já havia escurecido e o caminho estava deserto. Elas andavam rápido e às vezes corriam. Enquanto andavam elas conversavam:

-Meu Deus, eu juro que se nós chegarmos em casa em segurança eu nunca mais vou ao povoado no fim da tarde!-exclamou Nina.

-Eu também!-concordou Joana.

De repente elas viram, a alguns metros de distância, um homem de mais ou menos 60 anos, barrigudo, parado na frente da porta de uma casa, sem camisa, calado e muito sério. Ele não tirava os olhos das duas e isso as perturbou. Elas andavam rapidamente lado a lado, olhando para o homem com o canto dos olhos e conversando:

-Tia, esse cara não para de olhar pra gente! Eu estou com medo!- falou Joana, assustada.

-Eu também! Não podemos parar de andar rápido, pelo menos até estarmos bem longe dele!-concordou Nina, também assustada.

Quando elas estavam passando pelo homem, ele atravessou a estrada e parou na frente delas, em silêncio.

Apavorada, Nina falou:

-O senhor poderia nos dar licensa, por favor?

O homem continuou em silêncio. Então foi a vez de Joana falar:

-Moço, por favor, deixa a gente passar!

Mas o homem continuou na frente delas e em silêncio. Então elas tentaram passar pelo lado dele, mas ele deu um passo para esse mesmo lado e voltou a ficar diante delas. Por isso, Nina se aproximou do ouvido de Joana e disse em voz baixa:

-Jo, quando eu contar até 3 e disser "já" você vai passar correndo pelo lado direito dele e eu pelo esquerdo e nós vamos continuar correndo até nossa casa.

E após falar isso ela começou a contagem ainda em voz baixa:

-1,2,3 e JÁ! CORRE, JO!!!- gritou Nina, enquando corria.

As duas correram e o homem foi atrás, mas poucos segundos depois ele agarrou o braço de Joana, que caiu no chão e gritou:

-TIA! Socorro! Me ajuda!

-JO!-gritou Nina, desesperada.

De repente o homem tirou uma faca do bolso e se preparava para enfiá-la em Joana, quando

Nina pegou uma pedra e jogou na cabeça dele enquanto gritava:

-TIRA AS MÃOS DA MINHA SOBRINHA, SEU PSICOPATA!

Ele ficou tonto e derrubou a faca. Nina foi ajudar Joana a se levantar, enquanto isso o homem se levantou e foi pra cima de Nina. Então ele parou, com os olhos fixos nas garotas. Em seguida, ele caiu no chão com um buraco cheio de sangue na barriga. Joana havia pegado a faca que ele derrubou no chão e enfiou em seu estômago. Diante das duas o homem misterioso que tentou matá-las caiu morto e se esvaiu em sangue...


FIM 


Enfim, espero que tenham gostado! Comentem! Eu quero saber a opinião de vocês! Até a próxima!

sexta-feira, 6 de abril de 2012

Ódio Acumulado


Esse conto que vou postar hoje eu criei inspirada em um episódio da série "CSI" e no mestre do terror Stephen King. O assunto dele é algo que hoje em dia é bastante comum em qualquer escola: Bullying. Eu ia postar um conto sobre aniversário, já que hoje eu completo mais um ano de vida, mas acabei mão escrevendo ele e esse já estava pronto. Quem sabe na próxima semana, não é? Rsss! Espero que gostem!



Ódio Acumulado


Scotty era um garoto normal, um nerd, como são chamados os garotos muito inteligentes e estudiosos. Ele fazia seus trabalhos escolares com capricho e suas notas eram as mais altas da sala. Mas ele não era bom em tudo, ele era péssimo nos esportes, não era bonito, era muito magro e baixo, usava óculos fundo de garrafa, aparelho e tinha o rosto cheio de espinhas, ou seja, era realmente um nerd. E por isso sofria com a perseguição dos colegas desportistas, que sempre arrumavam um apelido para ele e caçoavam de sua aparência física. Ele aguentava tudo calado, até que um dia...

Scotty estava sentado em uma mesa do refeitório de sua escola e bebia um gole do seu suco, quando Duncan, o capitão do time de futebol da escola, apareceu:

-E aí, quatro-olhos! Sanduíche apetitoso esse seu, hein? Quer saber, vou pegar pra mim! Tô morrendo de fome e esqueci meu dinheiro em casa!

E dizendo isso Duncan pegou o sanduíche de Scotty e saiu rindo com o lanche nas mãos em direção à mesa de seus colegas jogadores. O nerd viu ele sentar na mesa rindo e contando vantagem e em seguida jogar o sanduíche no balde de lixo que estava perto da mesa deles. Scotty sentiu o ódio que a meses sentia por aqueles jogadores aumentar dentro dele. Por causa daqueles garotos ele estava com úlcera, mas ia passar o resto do dia com fome porque Duncan resolveu roubar seu sanduíche só pelo prazer de provocá-lo para depois jogar o alimento no lixo. E por causa da úlcera ele não podia ficar sem comer. A escola era um pesadelo para ele graças a Duncan e sua turma. Toda manhã ele acordava e ficava imaginando o pesadelo que teria que encarar naquele dia. Ele até sentia vontade de matar aula algumas vezes, mas como um bom nerd não o fazia. Não tinha coragem, pois gostava de estudar. Mas ele estava cansado e ia dar um basta na situação. No dia seguinte o pesadelo ia acabar. Duncan e sua turma pagariam por tudo.

Um dia depois Scotty chegava na escola. Parado diante do portão ele pensou:

-É AGORA OU NUNCA!

Então ele entrou no colégio e caminhou pelos corredores olhando em volta em busca dos jogadores do time de futebol da escola. Alguns minutos depois ele os encontrou conversando e rindo ao lado do armário de Duncan. Ele tirou uma das alças de sua mochila e a colocou ao lado de seu corpo, abriu um pouco o zíper dela e colocou sua mão dentro. Então se aproximou de Duncan por trás. Um dos jogadores o viu e falou:

-Duncan, o nanico está bem atrás de você!

-Olá, esquelético! O que você está segurando dentro da mochila?- perguntou Duncan sarcasticamente enquanto virava de frente para Scotty.

-Oi, Duncan.- respondeu um sorridente e sombrio Scotty.
Assim que terminou de falar Scotty tirou a mão da mochila e com ela veio um junto uma grande faca de prata, que ele enterrou no estômago de Duncan em seguida. Gritos ecoaram na escola:

-Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh!!!!!!- gritou Peter, um dos colegas de Duncan.

-MEUS DEUS!- gritou Joe, outro colega de Duncan.

-NÃOOOOOOOOOO!!!!!!!!!- Gritou Brooke, líder de torcida do time de futebol da escola e namorada de Duncan, que estava se aproximando dele quando tudo aconteceu.


Todos começaram a correr seguidos por Scotty, que nesse momento tinha uma expressão demoníaca no rosto. Ele alcançou Peter e enfiou a faca em suas costas, fazendo ele cair. Então o nerd continuou a correria e entrou no refeitório, onde encontrou Joe sentado no chão encolhido debaixo de uma mesa. Ao ver Scotty e sua faca o garoto implorou enquanto chorava:

-Por favor, Scotty, não me mate!

-Ah! Agora você sabe o meu nome? TARDE DEMAIS, JOE!- respondeu Scotty sarcasticamente.

Depois de falar, Scotty se debruçou sobre o garoto e o decaptou. O sangue jorrou em seu rosto e a cabeça do menino rolou pelo chão. Pouco a pouco o nerd matou todos os jogadores de futebol da escola e as líderes de torcida. Então ele parou no meio de um dos corredores, ainda com a faca na mão e a expressão demoníaca no rosto, com o corpo coberto de sangue e diante dos colegas que sobreviveram, dos professores e dos outros funcionários da escola começou a gargalhar histericamente ao mesmo tempo em que gritava:

-CONSEGUI!!! CONSEGUI!!! ME LIVREI DOS DESGRAÇADOS!!! AGORA PODEREI ESTUDAR EM PAZ!!! AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAH!!!!

E esse acontecimento ficou conhecido como "O Massacre da Escola East Hill" e nunca foi esquecido...


Então? Gostaram? Odiaram? Acharam mais ou menos? Comente! Me deixe conhecer a sua opinião! Ficarei muito feliz se tiverem gostado e procurarei entender e melhorar caso vocês não tenham gostado! Até a próxima semana!